"Fornecemos softwares nacionais tão bons quanto maiores ERPs custo total implantação chega ser 50% 80% menor que principais similares", conta Arildo Constantino, diretor comercial empresa. "Conseguimos com um altamente parametrizado realidade metodologia desenvolvida internamente, tudo isso aliado estrutura enxuta possibilita custos bem atraentes comparados à concorrência".
Quanto às atividades (ITI) governo Lula relação políticas apoio á indústria nacional software, também Vice-Presidente Assespro-SP - Associação das Empresas Tecnologia Informação, Softwares Internet, "as ações governamentais são claras".
Constantino afirma atual momento incertezas novo sinaliza política incentivo ao crescimento setor especial segmento Software. "As empresas desenvolvedores de estão sendo objeto disputas interesses por maior arrecadação enquanto discussão central fica em segundo plano. Disputas essa recente ISS exclusão SIMPLES demonstram desconhecimento dos nossos governantes, potencial TI como gerador divisas colocando todas tecnologia dentro mesmo saco sufocando as pequenas", diz Constantino.
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Escrito por Administrator Ter, 05 de Agosto de 2003 09:41
Apesar da declaração não estar vinculada à atuação da software house, a Softbrás considera importante se manifestar. A software house é uma empresa de capital privado 100% nacional, tem total domínio sobre suas tecnologias e possui equipes próprias de desenvolvimento, suporte e implantação de sistemas gerando empregos num setor que sofre com a concorrência das grandes empresas multinacionais e do capital especulativo estrangeiro.
Desde 1989 vem ajudando as pequenas e médias empresas de vários segmentos de mercado a serem mais competitivas fornecendo-lhes os produtos de Software "SIM- Softbrás", e mais recentemente o "Evolution Softbrás", ambos para Gestão Empresarial Corporativa (ERPs).
"Fornecemos softwares nacionais tão bons quanto os maiores ERPs do mercado a um custo total de implantação que chega a ser de 50% a 80% menor do que os principais similares", conta Arildo Constantino, diretor comercial da empresa. "Conseguimos isso com um software altamente parametrizado para a realidade nacional e com uma metodologia de implantação desenvolvida internamente, tudo isso aliado uma estrutura bem enxuta possibilita custos bem atraentes se comparados à concorrência".
Quanto às atividades do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e do governo Lula em relação às políticas de apoio á indústria nacional de software, Constantino, que também é diretor Vice-Presidente da Assespro-SP - Associação das Empresas de Tecnologia da Informação, Softwares e Internet, considera que "as ações governamentais não são claras".
Constantino afirma que o atual momento é de incertezas e que o novo governo não sinaliza com uma política de incentivo ao crescimento do setor de TI em especial do segmento de Software. "As empresas desenvolvedores de Software estão sendo objeto de disputas de interesses por maior arrecadação enquanto a discussão central fica em segundo plano. Disputas como essa mais recente do ISS e a exclusão das empresas de TI do SIMPLES demonstram o desconhecimento dos nossos governantes, do potencial do mercado de TI como gerador de divisas e de empregos colocando todas as empresas de tecnologia dentro do mesmo saco sufocando as pequenas", diz Constantino.
Para conhecer a Softbrás: http://www.softbras.com.br